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terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Sair do Celular Faz Bem Pra Saúde

Eles roubam nosso tempo, atrapalham os relacionamentos
e podem até causar acidentes de trânsito. 


     Será que nossa sociedade está prestes ao entrar no caos de um vicio social enquanto está no celular? Em qualquer lugar, a qualquer momento do dia, não conseguimos deixar de lado esse poderoso objeto que nos causa tanta dependência. Tem gente que dorme ao lado do aparelho e acorda, leva ao banheiro e até no café da manhã – e, se, por enorme azar, o esquecemos em casa ao sair, voltamos correndo. Somos incapazes de ficar mais de um minuto sem olhar para o celular. É através dele que nos conectamos com o mundo, com os amigos, com o trabalho. Sabemos da vida de todos e informamos a todos o que acontece por meio dele. Os "neurocientistas" dizem que ele nos fornece pequenos estímulos prazerosos dos quais nos tornamos dependentes. Somos 21 milhões – número de brasileiros com mais de 15 anos que têm smartphones, os celulares que fazem muito mais que falar. Com eles, trocamos e-mails, usamos programas de GPS e navegamos em redes sociais. O tempo todo. Observe a seu redor. Em qualquer situação, as pessoas param, olham a tela do celular, dedilham uma mensagem. Enquanto conversam. Enquanto namoram(dizem que usar o celular antes da relação sexual pode até broxar). Enquanto participam de uma reunião. E – pior de tudo – até mesmo enquanto dirigem.
     O pai de todos os vícios, claro, é o Facebook, maior rede social do mundo, onde publicamos notícias sobre nós mesmos como se alimentássemos um grande jornal coletivo sobre a vida cotidiana. Depois dele, novas redes foram criadas e apertaram o nó da dependência. Programas de troca de fotos como o Instagram conectam milhões de pessoas por meio das imagens feitas pelas câmeras cada vez mais potentes dos celulares. Os aplicativos de trocas de mensagem, como o Whatsapp, promovem bate-papos escritos que se assemelham a uma conversa na mesa do bar. O final dessa história pode ser dramático. Interagir com o aparelho – e com centenas de amigos escondidos sob a tela de cristal – tornou-se para alguns uma compulsão tão violenta que pode colocar a própria vida em risco.
     Estudos dizem em pesquisar mundiais que q
uem se distrai em redes sociais no celular reage 38% mais lenta a um imprevisto, como a freada abrupta de um carro à frente, é um vicio pior que aqueles quem fumam maconha, que chega a ficar 21% mais lento. Quem bebe entre três e quatro latas de cerveja não se distrai nem em 12%.

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